Terça-feira, Dezembro 6

A Teoria da Retro-Aplicação da Lei de Murphy


1 - Introdução

"73,7% das pessoas do mundo já culparam Murphy por alguma coisa que deu errado."

Não, essa estatística não é verídica. Eu simplesmente a inventei porque não consegui encontrar uma maneira melhor de começar. Mas é fato que muitas pessoas conhecem a famosa Lei de Murphy, que, em resumo, afirma que se houver uma mínima probabilidade de algo dar errado, esse algo, seja lá o que for, irá dar errado.

Os leitores mais antigos do mind your own mindless, o nosso querido, lindo, fofinho, cheiroso e amado weblog, provavelmente se lembram de um post que fala sobre um grupo de cientistas retard... digo, cientistas muito curiosos que realizaram um experimento científico com torradas. A idéia era verificar se a Lei de Murphy realmente afeta os "algos" que podem dar errado, de uma forma geral. Pois bem. Isso prova que algumas pessoas desequilibradas podem mesmo levar esse assunto todo a sério, como por exemplo o autor da fabulosa Teoria da Retro-Aplicação da Lei de Murphy (eu). Bem, vamos ao que interessa.


2 - Indução (exemplificação)

Era uma vez um cidadão chamado Joaquim. Aliás, Joaquim não, Jeoaquim (senão as pessoas vão achar que eu não tenho criatividade). Eis que, em uma segunda-feira, após pegar um trânsito infernal, quase bater o carro, receber uma bronca do chefe, se molhar todo na chuva por ter ido almoçar sem carro e guarda-chuva, tomar uma multa por estacionar em lugar proibido, receber uma ligação da mulher dizendo que o filho havia sido suspenso da escola e algumas outras coisas que irritam até o mais paciente dos seres humanos, Jeoaquim chega em casa e sai do carro para abrir o portão (que não é automático, obviamente). A rua está completamente escura. Naturalmente, ele jamais vai acreditar que a primeira chave que ele pegar será a correta. Então ele balbucia a seguinte frase: "Do jeito que está o dia, segundo Murphy é óbvio que a última chave que eu pegar será a correta." E, incrivelmente, a primeira chave que ele pega é a correta.


3 - Aplicação, Apresentação e Conclusões

Agora, caro leitor, pergunte-se se não já esteve envolvido em uma situação parecida. Tente se lembrar de algum momento em que você não tinha nenhuma esperança de que uma determinada coisa desse certo e que, após o temível nome de Edward A. Murphy e sua famigerada lei serem pronunciados em voz audível, tudo ocorreu conforme o esperado. Pois bem, é exatamente disso que eu estou falando. Apresento-lhe a fabulosa Teoria da Retro-Aplicação da Lei de Murphy.

Toda a teoria se resume em uma simples frase: "A Lei de Murphy anseia por contrariar suas expectativas, mas antes precisa ouvi-las em voz audível."

Obviamente, a primeira reação de uma pessoa que toma conhecimento da Teoria da Retro-Aplicação da Lei de Murphy é pensar: "Então eu vou sempre dizer que tudo vai dar errado, e, ao invocar a Lei de Murphy, tudo irá dar certo!" Pois bem. Neste ponto, acho importante lembrar que, como a maioria das teorias, também existem algumas exceções para esta. Na verdade, elas também se resumem em uma simples frase: "Jamais tente enganar a Lei de Murphy."


4 - Adendo: Por que se tornar uma pessoa pessimista?

Se analisarmos com cuidados a Teoria da Retro-blablabla, podemos concluir que pessoas pessimistas, além de [a] serem mais felizes, [b] têm mais sorte. Vejamos:

a) Pessoas pessimistas são mais felizes porque, se sempre esperam pelo pior, nunca irão se decepcionar com nada.

b) Pessoas pessimistas têm mais sorte porque, ao se referirem audivelmente a Lei de Murphy, têm maior chance de estarem sendo sinceras, já que são pessimistas. Um exemplo claro disso é o de nosso amigo Jeoaquim. Mesmo que ele não fosse uma pessoa pessimista, já não poderia esperar por alguma coisa dar certo após um dia tão terrível. Então, quando disse que a chave correta seria a última que iria pegar, Jeoaquim estava sendo sincero, o que tornou possível a retro-aplicação da Lei de Murphy.


5 - Termos

O mind your own mindless não se responsabiliza pela aplicação incorreta da teoria acima apresentada, bem como não se responsabiliza por influenciar pessoas a: se tornarem pessimistas obsessivas, perderem sua motivação pessoal de vida, cometerem suicídio/homicídio/genocídio ou se tornarem velhas chatas e depressivas nos dias de sua velhice.

O conteúdo do texto é fornecido como "as is" e o seu autor está livre de qualquer responsabilidade penal sobre o mesmo.


6 - Agradecimentos

Agradeço:

- ao Major Edward A. Murphy pela inspiração;
- ao assistente azarado do Major Edward A. Murphy por tornar tudo isto possível;
- ao sujeito que escreveu o artigo de como escrever uma teoria física baseada em indução (cujo endereço do site eu infelizmente perdi);
- a Larry Page e Sergey Brin, criadores do Google, que me possibilitaram encontrar o site do sujeito acima;
- ao sujeito brilhante que inventou a pizza de quatro queijos, a quem tanto admiro;
- ao Andrew, por ter levantado a questão (embora eu nem me lembre mais qual foi o motivo).

Quarta-feira, Novembro 16

Hoje eu estava voltando pra casa de casa, quando sentei no ônibus (que não é um circular, interestadual [mas parece circular]) do lado de uma menina que por sinal, gostava de rock. Aí começou a falar sobre o tipo de música dela, com entusiasmo que eu deixei ela falar. Aí de repente ela cometeu o erro de perguntar pra mim das bandas que eu curtia. Bom, daí eu falei que era melhor deixar quieto e se contentar só com o fato de que eu gosto de *-metal (substitua o asterisco por qualquer palavra, manos funk ou sertanejo... sertanejo-metal não ía ficar legal), mas ela, como todas as outras pessoas da Terra, falou pra mim dizer de qualquer jeito, aí essa é a hora que eu faço faz o famoso afff e começo a falar todas as bandas com nomes cabulosos como Mortification, Tourniquet, Seventh Avenue, Slechtvalk e coisas parecidas...
Assim que mudamos de assunto repentinamente, eu comecei a pensar por que eu ainda não tinha gravado isso num gravadorzinho, assim como as milhares de cidades que eu já morei, ou qualquer uma dessas coisas que eu tenho que ficar repetindo a cada hora que eu encontro alguém. E eu descobri agora a pouco porque eu ainda não fiz isso... Além de não ter um gravador, eu não tenho paciência pra andar com o gravador e ficar dando play, então eu fico com a parte mais trabalhosa de ficar repetindo sempre, mas que parece ser bem mais simples. Adoro esse negócio de se iludir.

Sexta-feira, Outubro 21

Coisas Toscas Que Aconteceram Comigo - parte CMLXXVIII

Hoje eu peguei um ônibus chamado Pinheiros. Muito trânsito, tudo parado. O ônibus pára em um ponto abarrotado de gente. De repente, para o meu desespero, entra pela porta da frente uma figura já conhecida minha. Ele se auto-intitula O Neguinho do Pinheiros. "Pronto", digo em voz inaudível. Se ela fosse audível, provavelmente teria um tom de reclamação misturado com desânimo e desespero profundo.

- Hoje o Neguinho do Pinheiros vai faturar! O Neguinho do Pinheiros tá beleza! Deus ajuda o Neguinho! Quem vai ajudar o Neguinho? Ajuda o seu Neguinho! - disse o sujeito, praticamente gritando.

Então o Neguinho do Pinheiros sai distribuindo papéizinhos. Tentei fingir que estava com as mãos ocupadas segurando a minha bolsa, mas lá estava ele na minha frente, segurando um papelzinho na minha direção. A muito contragosto, e com vontade de chorar, peguei o papelzinho. Ele tinha alguma inscrição que acredito ser de um dialeto completamente desconhecido, uma vez que eu não consegui ler nenhuma palavra - nenhuma mesmo.

- Você pode ajudar o Neguinho com cinqüenta centavos, um réééal? Qualquer coisa ajuda! - disse ele para mim, falando e cuspindo ao mesmo tempo.
- Desculpe, eu não tenho dinheiro - respondi, tentando me livrar dos projéteis mortais de saliva.
- Mas você não pode ajudar o Neguinho com cinqüenta centavos, um réééal ou qualquer coisa?
- Desculpe, eu não tenho nada.
- Só tem bilhete? Dinheiro você não tem? Um réééal, qualquer coisa.
- É, só tenho bilhete.
- Um réééal já ajuda.
- Eu não tenho.
- Então da próxima vez você ajuda o Neguinho?
- Ajudo.
- Na segunda-feira o Neguinho vai estar no Pinheiros! Você vai ajudar o Neguinho, né?
- Uhum - eu disse, limpando disfarçadamente meu rosto e meu braço direito.

Então ele se dirige para o cara do meu lado.

- Hoje o Neguinho do Pinheiros vai faturar! O Neguinho do Pinheiros tá beleza! Deus ajuda o Neguinho! Quem vai ajudar o Neguinho? Ajuda aí o seu Neguinho! O Neguinho tá beleza! O cobrador tá cheio da grana, mas o Neguinho tá probre! (sic)

E exatamente nesse momento, a merda do ônibus quebra, a porta abre e todo mundo desce.

Terça-feira, Outubro 11

CAPÍTULO DOIS E MEIO, O Escritorzinho de Meia-Tigela

Em 08 de outubro de 2005, às 14 horas, 25 minutos e 12 segundos, um telefone branco com bolinhas cor-de-rosa tocava em algum lugar de alguma cidade de algum país. No mesmo segundo, uma garotinha derramava sorvete em seu lindo vestidinho novo. No mesmo instante, um empresário ganancioso sedento por dinheiro entrava com uma ação jurídica contra um escritorzinho de blogs de meia-tigela por plagiar, em um de seus textos, o início do roteiro do filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. E, por fim, também nesse exato momento que pelo visto não acaba nunca, um meteoro se arrastava pelo espaço assustadoramente, ameaçadoramente, rapidamente, maldosamente e todos as outras palavras terminadas em "mente" em direção a um lindo planetinha azul.

Pois bem. Se o escritorzinho de meia-tigela fosse um escritorzinho de meia-tigela preguiçoso querendo arranjar uma maneira de não ter mais que continuar uma certa historinha que já tem dois capítulos, esse lindo planetinha azul seria a Terra. E, vejam só, esse escritorzinho de meia-tigela é um escritorzinho de meia-tigela preguiçoso. Só que o escritorzinho, mesmo sendo preguiçoso, tem amor à vida, pois se ele fizesse com que esse lindo planetinha azul fosse a Terra, provavelmente seria morto a facadas por alguém que está perdendo o seu precioso tempo acompanhando a historinha. Desta forma, o lindo planetinha azul em questão poderia passar a ser um planeta chamado Betelgeuse - o que iria fazer com que outro empresário ganancioso sedento por dinheiro viesse a processar novamente o escritorzinho de meia-tigela por plágio. O mesmo vale para Naboo e para Klingon. Conclui-se, a partir destes fatos, que é melhor, para o bem de todos, exceto dos empresários gananciosos, que o lindo planetinha azul não seja a Terra, não seja Betelgeuse, não seja Naboo e também não seja Klingon. O lindo planetinha azul permanecerá anônimo, e o escritorzinho usará de artifícios para desviar a atenção - assim como o governo do país faz com certas crises políticas e com certos referendos sobre o desarmamento - até que ele caia no esquecimento geral.

Sendo assim, o escritorzinho de meia-tigela vem, através deste, informar que o capítulo três ainda há de sair. A única coisa que falta é que o infeliz escritorzinho decida que infelizes diabos os seus infelizes personagens estão planejando desde o infeliz começo da infeliz historinha. Passar bem.

Sábado, Agosto 27

CAPÍTULO DOIS, Wilco

Enquanto Joaquim fazia aquela coisa que ele tinha que fazer, que por motivos de decoro não será mencionada explicitamente, ele aproveitou o tempo para refletir sobre a operação que ele e Wilco iriam executar naquela noite.

Roger "Wilco" sempre foi o melhor amigo de Joaquim, desde que ambos tinham 15 anos. E sim, o seu apelido veio do nome do famoso software de comunicação por voz. Há quem pense que é por causa de uma banda chamada Wilco, mas Roger só ouve uma banda chamada "The Rasmus" e, por algum motivo desconhecido, mesmo com pesados protestos de seus amigos, não se interessa por nenhuma outra banda. Um dos pontos fortes de Roger é a facilidade que ele tem de convencer as pessoas usando apenas as palavras. Para a sorte de toda a humanidade, ele nunca quis trabalhar como vendedor de apólices de seguros ou, o que provavelmente seria muito mais catastrófico, se tornar um Testemunha de Jeová. Assim como Joaquim, Roger é fanático por computadores e tecnologia.

Joaquim, ao sair do banheiro, já tinha tudo em mente a respeito da operação. Montou um plano na cabeça e decidiu anotar, porque com certeza iria esquecer tudo em menos de meia hora. Pegou um papel, sentou-se na mesa da cozinha de sua casa e começou a fazer, ao que parecia à primeira vista, alguns rabiscos grotescos. A sua letra, por falta de melhores adjetivos, poderia ser definida como "terrivelmente horrenda". Uma melhor definição seria "a própria visão do inferno".

- Você já não passou da idade de ficar brincando de rabiscar papel? - perguntou sua mãe, passando por trás da cadeira onde ele estava sentado e parando em um lugar próximo da geladeira.
- Mãe, já que você está perto da geladeira, você pega o leite e o açúcar pra mim por favor? - disse Joaquim, ignorando a pergunta da mãe.
- Tá aqui. - disse sua mãe, colocando a caixinha de leite e o açúcar sobre a mesa.
- Legal, valeu.

Joaquim esperou pacientemente mais alguns minutos até que sua mãe atravessasse novamente a cozinha.

- Mãe, já que você está perto do armário, você não quer pegar o copo e uma colher pequena pra mim?
- Toma. - disse ela, colocando o copo e a colher em cima da mesa.
- Obrigado!

Esperou mais um minuto e meio até que a sua mãe passasse na frente da porta da despensa.

- Er... mãe, já que você está perto da despensa, você não quer pegar o achocolatado aí pra mim?
- Eu sabia! Eu sabia! Levanta e vem pegar, seu vagabundo!
- Que droga, mãe. A senhora é muito preguiçosa.
- O quê você disse?
- Nada, nada. Eu não falei absolutamente nada.

Joaquim considerou a possibilidade de tomar leite puro com açúcar para não ter que se levantar, mas imaginou o gosto, ou melhor, o desgosto da mistura e por fim desistiu da idéia. Contrariado, levantou-se e pegou o pote de achocolatado. Fez a mistura e enquanto bebia, continuou escrevendo.

Enquanto isso, Wilco andava, impacientemente, de um lado para o outro dentro do seu quarto.


Sexta-feira, Agosto 26

CAPÍTULO UM, O Chamado

O telefone tocou. Continuou tocando. Tocou mais um pouquinho. Parou de tocar.

- Se for importante, que ligue de novo - disse Joaquim em voz alta para o telefone, enquanto destroçava, impiedosamente, um monstro verde gosmento de três olhos vermelhos com a espada brilhante e caríssima de Gulah-Zuknar Gutrök, seu Night Elf. Estava jogando um RPG online no computador e dificilmente se levantaria para fazer algo inútil como atender o telefone.

Joaquim Aymoré, 19 anos, era um daqueles garotos franzinos, branquelos, sempre acompanhados por seus óculos de grau, que as pessoas que se julgam normais costumam colocar na lista de auto-ignore do seu cérebro. Geralmente, essas mesmas pessoas que se julgam normais costumam, inconscientemente, programar eventos em seus cérebros que desativam o auto-ignore quando elas [A] precisam de alguém para explicar a matéria da escola, [B] precisam de alguém para consertar o computador delas ou [C] apenas querem alguém para aporrinhar mesmo. Por incrível que pareça, Joaquim preferia que as pessoas se lembrassem de sua existência pelo motivo C. Ele odiava os outros dois motivos. Principalmente o B. Consertar computador dos outros era o fim do mundo, a não ser que se tratasse de uma garota realmente bonita, inteligente e legal. Aliás, a garota não precisava nem ser legal. E, pensando bem, nem inteligente e nem bonita. Na verdade, bastava que na certidão de nascimento da pessoa o quadradinho "Feminino" estivesse marcado. Resumindo, Joaquim era um nerd emocionalmente frustrado.

Uma hora mais tarde, Joaquim foi obrigado a parar de jogar para ir ao banheiro. Por coincidência, o telefone tocou no exato momento em que Joaquim passava por ele. Era a quinta vez que o telefone tocava naquela tarde.

- Quem incomoda? - Joaquim atendeu o telefone.
- Cara, preciso falar com você pessoalmente, e é urgente.
- Oi, Wilco. O que tanto te aflige? - disse, com sarcasmo.
- Como assim, seu boçal? Você se esqueceu do que a gente combinou de fazer hoje à noite?
- Droga! É mesmo! Eu sabia que eu tinha me esquecido de lembrar de colocar um lembrete para que eu não me esquecesse!
- O quê?!
- Uhhh... Wilco, posso te ligar daqui a pouco? Preciso fazer uma coisa meio inadiável agora, se é que você me entende.
- Tá, né? Então vai logo, ô Joey!

Joey, a quem o amigo engraçadinho de Joaquim fez referência, é um personagem da série de TV Friends cuja frase de efeito, entre outras, é "if you know what I mean", cujo equivalente em português seria algo como "se é que você me entende".

Joaquim desligou e foi atender ao chamado da natureza, se é que você me entende.


Hail...
Engraçado como as pessoas se conformam com as coisas...
Tem um ar-condicionado aqui na minha sala que o koder, que trabalhava aqui antes de mim, falou que a regulagem de potência (é, consegui ser nerd até pra descrever essa coisa) estava quebrada e só funcionava no máximo. Resultado? Usamos o ar assim até ontem. Quando um cara novo que chegou pra estudar aqui na sala pergunto por que eu usava o ar no máximo; então eu expliquei. Em vez d'ele sentar igual todo mundo faz, foi lá ver como estava a situação. Então pegou um alicatinho de bico e abaixou a potência, já que o problema era o botão que tinha quebrado.
Agora o mais esquisito não é nem isso. É só como ninguém questiona (tirando o carinha) as coisas.
*
Agora, o motivo do porque que dá a razão para usarmos de desculpa para fazer algo é óbvio. Nós somos camaleões. Já notou como as pessoas se adaptam aos lugares e não o contrário? (seria legal um bar se adaptar automaticamente ao cliente... Vamos sugerir ao mestre. Ele dará um jeito) Os tênis formatam nosso pé, que de tanto usar começa a pegar o formato do tênis. Se você está em um ambiente culto, diga-se de passagem, comportar-se-á de forma cortês; agora se você está numa roda de amigos, sussegado, a parada já é otra... Agora o mais legal são as pessoas que se contradizem... Ou seja, quando estão com pessoas cultas, chingam a informalidade e vice-versa. (mais uma palavra que eu odeio)
Mas eles não são culpados de todo...

"Do I contradict myself?
Very well then I contradict myself, (I am large, I contain multitudes.)"

Vida longa ao falecido Walt Whitman.


* aqui eu estava escrevendo e acabei esquecendo sobre o que... Então não ligue se você não conseguiu associar o início ao fim, mas eu lembrei pra escrever a segunda parte... Lembrei do que eu estava escrevendo uns 5 minutos depois... (vide teoria dos 5minutos de memória)

Terça-feira, Agosto 23

Hoje rolou a troca de template, finalmente. Depois de uma hora brincando com o template, consegui encaixar o header que fizemos em flash para o mindless ali em cima, sem que o blog ficasse (muito) horroroso.

A idéia é a seguinte: há nove coisas-apontáveis-e-clicáveis escondidas pelo header, além de uma outra coisa super-ultra-power-top-secret que também está escondida. Todas as nove primeiras "coisas" seguem a seguinte regra: quando a setinha ficar em cima da "coisa", algo vai aparecer em algum lugar. Quando esse algo aparecer em algum lugar, é só clicar e segurar o botão, sem mexer o mouse. Quanto à outra coisa, eu não vou dizer o que é e nem como funciona, mas não é tão difícil de achar. Quem descobrir do que estou falando, favor postar um comentário dizendo que descobriu o que é. Só não conte para os outros como fazer! =)

This page is powered by Blogger. Isn't yours?